Mara, un elefante asiático encuentra al fin un hogar después de dos décadas en cautiverio

Mara, pasó de ser un elefante de circo a un zoológico en pobres condiciones, ahora pude ser libre por primera vez en su vida.

Mara, un elefante asiático que vivía en en Zoológico de Buenos Aires, encontró un hogar, después de pasar décadas en un pequeño espacio, junto a otros dos elefantes. Debido a protestas conducidas por defensores de los derechos de los animales, Mara fue llevada a Brasil, donde al fin tiene la oportunidad de ser libre.

Un elefante asiático encuentra un hogar después de protestas contra el zoológico donde vivía

Mara, había sido una elefanta de circo, donde sufrió maltratos por parte de sus dueños, hasta que finalmente, mató a su entrenador. Ahora, con 50 años de edad, vivía en una sección del Zoológico de Buenos Aires junto a otros dos elefantes africanos con quienes no se llevaban bien debido a la diferencia de especies.

Ahí, Mara pasaba mucho tiempo a solas y de pie, a pesar de que los elefantes necesitan caminar mucho para mantener su salud. El ambiente de tensión y el poco espacio para los animales, desató protestas en contra del zoológico, después de que varios animales murieran debido a las condiciones en las que se encontraban. Se sabe que aproximadamente 2 mil 500 animales vivían en un espacio de tan solo 169 967.97 metros cuadrados.

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En medio de esta pandemia mientras estamos en cuarentena Mara, la elefanta del Ecoparque de Buenos Aires, va a ser derivada a un santuario de elefantes en el Mato Grosso. Es un largo viaje de 2700 km hacia su nueva casa de 2000 hectáreas. Hace tres años que vengo documentando su vida y es un honor poder estar acompañándola en este gran viaje. Gracias @insidenatgeo por elegir este proyecto de historias de cuarentena del cual me siento muy emocionada. Deseo que podamos replantearnos en este tiempo de encierro nuestro vinculo con el mundo no humano y poder ser más empático con él. . . In the middle of this pandemic while we are in quarantine Mara, the elephant from the Buenos Aires Ecopark, is going to be transfered to an elephant sanctuary in Mato Grosso. It is a long journey of 2700 km to her new home of 2000 hectares. I have been documenting her life for three years and it is an honour to be able to accompany her on this great journey. Thank you @insidenatgeo for choosing this quarantine story of which I feel very committed. I wish that we can rethink in this time of confinement our relationship with the non-human world. . #animalfreedom #quarantine #fotografaslatam #everydayargentina #documentary #animalethics

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Por esta razón, la ciudad decidió convertir el zoológico en un 'ecopark' destinado a enseñar a los niños sobre la conservación y donde los animales nativos pudieran ser rehabilitados, pero no exhibidos.

Para Mara, esto significó una nueva oportunidad de ser libre, ya que fue transferida a un santuario de animales en Mato Grosso, Brasil, que cuenta con una extensión de 1 133 1198 metros cuadrados.

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Maia e Lady ainda não estão dividindo espaço. Maia, de várias maneiras, é a nossa elefanta mais fácil – o que você vê é o que ela é. Lady tem seus limites inabaláveis, mas gostaríamos que as quatro dividissem os mesmos espaços, eventualmente. Seguimos com calma para termos certeza de que tudo ocorra da melhor forma possível. Tudo isso faz com que Rana e Mara sejam nossas elefantas mais populares, o que é perfeito porque são as mais sociáveis também. Rana e Mara dividem espaço com uma terceira elefanta quase todas as noites. Não há um calendário estabelecido, nos baseamos por nossas observações diárias e o que faz mais sentido baseados nas localizações mais recentes. Dividir espaço com Rana e Mara oferece a Maia e Lady oportunidades sociais. Para Maia, socialização significa, como todo o resto, seguir em frente. Às vezes ela se aproxima de Rana e Mara para passar apenas alguns minutos antes de ir embora, outras vezes permanece por um bom tempo. Tudo o que acontecer, será sempre sua escolha. É importante para ela, como um animal de manada, mesmo que seja por alguns minutos. Enquanto Lady ainda não se aproxima o suficiente para tocar ou ser tocado por outros elefantes, ela está se socializando à sua maneira. Ela é sempre muito atenta e é bom que observe as outras, e parece gostar muito disso. Eventualmente, quando ela divide um recinto com as outras meninas, elas não se vêem. Mesmo quando não se veem, ainda é importante para ela que tenha tanto espaço disponível, quanto possível. É um estimulo diferente para ela e para animais com esta inteligência, o valor do espaço e da escolha não pode ser quantificado. Enquanto a equipe aguarda, ansiosamente, que todos os portões possam ser abertos, o sistema atual parece estar funcionando bem para nossas elefantas. Mara e Rana recebem um fluxo constante de visitas de seus humanos, enquanto Lady e Maia buscam tempo para estarem sós ou junto das outras.🐘🐘 Foto de Rana e Mara, Mara é a mais próxima do lago.

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De acuerdo con el NY Times, Mara se adaptó a su nuevo ambiente de manera inmediata, incluso encontró a una nueva amiga, una elefanta asiática de nombre Rana. Uno de los fundadores del santuario, Scott Blais, comentó que estaba feliz de ver a Mara siendo libre y feliz después de tantos años de maltrato, en los que incluso, se le etiquetó como asesina.

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Maia tem tentado controlar seu lado mais “intenso” quando está perto de Rana e Mara. Ela parece estar buscando, verdadeiramente, um relacionamento mais profundo. Rana tem respondido às suas tentativas, acolhendo-a graciosamente. Rana, ainda, é muito apegada a Mara e, evidentemente, a ama. Quando Maia começou a se aproximar um pouco mais, teria sido fácil para Rana simplesmente ignorá-la e continuar a se concentrar em seu relacionamento com Mara. No entanto, Rana não somente corresponde, mas também se afasta de Mara para estar com Maia. Com reações positivas, Rana está reforçando as tentativas de Maia, ajudando-a a perceber que boas coisas acontecem quando ela age mais suavemente, respeitando as necessidades das outras. Isso é tão importante para seu crescimento, assim como para o relacionamento entre elas. Rana está compreendendo o que significa fazer parte de uma manada e de algo muito maior que ela mesma. Recentemente quando acabamos os tratamentos de Rana e Mara, Maia se aproximou enquanto as duas estavam, calmamente, comendo feno. Assim que Maia chegou, Mara se afastou alguns passos enquanto Rana e Maia, lado a lado, se cumprimentaram. Suas barrigas se tocaram e as orelhas não paravam de abanar. Enquanto pegavam o feno, quase cochilando, encostaram-se uma na outra: um momento muito doce, somente das duas. Mara permaneceu bem próxima, respeitando certa distância. Mesmo tendo uma nova amiga, interessante e falante, Rana está reservando seu tempo para construir um relacionamento com Maia. Maia está buscando uma aproximação maior e Rana está muito disposta a aceitá-la. Sua receptividade encoraja Mara a aproximar-se dela também. Mas não nos esqueçamos que Maia ainda é Maia, e foi ela que, no final, resolveu encerrar o “diálogo”. Não sabemos o que acontecerá a seguir ou como a dinâmica continuará a evoluir, mas com tanto apoio de Rana, tudo é possível.❤️🐘 Foto de Rana com Mara em segundo plano.

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